DOSSIER DE PREMSA Premis Delta’09: el millor disseny industrial dels últims dos anys L’aparell de correcció ortodòncica Carriere Distalizer MB, dissenyat per Luis Carriere Lluch, guanya el Premi Delta d’Or 2009 El passat 5 de novembre va tenir lloc al FAD la cerimònia de lliurament i la inauguració de l'exposició de la 33a edició dels Premis Delta’09, els premis de disseny industrial que atorga l'Associació de Disseny Industrial del FAD (ADI-FAD) cada dos anys des de 1961. També es van concedir, amb els Delta, els premis Medalla ADI per a estudiants de Disseny, els projectes finalistes dels quals es poden veure també a l'exposició Delta’09, que estarà oberta al públic fins al 30 de novembre, de dilluns a dissabte de 11:00 a 20:00 h. a la Sala d’Exposicions del FAD i la Cripta. Un jurat internacional format per Luisa Bochietto, Luc Donckerwolke, Roberto Feo, Ramon Folch, Mònica Gili, Luki Huber, Florian Hufnagl i Uli Marchsteiner, que ha volgut premiar productes de camps industrials poc habituals, amb una vocació de millora social i de sostenibilitat i amb la finalitat d'obrir el disseny industrial a noves tipologies de productes que aportin valors per al futur, ha decidit que els guanyadors dels Premis Delta 2009 de disseny industrial són els següents:
Delta de Plata i Menció especial de Disseny per Tothom “per la seva ergonomia, facilitat de transport, innovant un disseny no millorat durant dècades” Producte: K6 Dissenyador: Carlos Aguiar Empresa: Amtrol-Alfa para Repsol Descripció: Innovador format d'envàs de butà de 6 Kg., més lleuger i manejable. La bombona té un disseny ergonòmic que permet transportar-la còmodament. Es tracta d'un envàs compatible amb la instal·lació de la tradicional bombona de 12,5 Kg. Amb aquest envàs es pretén atendre les necessitats dels clients que exigeixen més comoditat i autonomia, tant per a l'ús domèstic tradicional, com per al segment d'oci i el professional. La K6 destaca per la seva versatilitat i facilitat d'ús. Està homologada internacionalment i ha estat sotmesa a les proves de laboratori més rigoroses. La K6 està composta per una làmina d'acer, recoberta d'una capa de material compost de fibra de vidre i resina termoplàstica, dintre d'una carcassa exterior de polietilè amb nanses ergonòmiques. El seu pes en buit és de 5 Kg. i admet una càrrega de 6 Kg. de gas. També ha millorat en seguretat, al incorporar una vàlvula termofusible. A més, incorpora un xip d'identificació per radiofreqüència, que permet emmagatzemar informació de cada ampolla, útil per al seu seguiment, control i manipulació en les factories per omplir-lo. A més, és 100% reciclable.
Prémio ADI-FAD Delta Silver 09 Delta Design for all 09. Pela primeira vez Portugal obtém o mais prestigiado prémio de Design de Espanha. Com mais de 50 anos o ADI-FAD este ano na sua 33ª edição é conferido de dois em dois anos.
Olá Carlos bom dia Cá estou eu alugar arredando prosa enquanto o buzú não chega. Aqui ao lado está uma catilanga sapeca. Espia! No trevo do goiano do pé rachado comi gueroba. Larga que esta alugar está ficando latada. Um pizêro que nem trem. Vou vazar para a feira do cerrado. Vou me apiar . espreitei a casa do soto as abóboras bão demais da conta. bj o dicionário goianês será enviado depois para decifrares o que não for compreensível. Ção Em Mon, 2 Nov 2009 09:07:42 -0000
Olá Carlos
Para decifrares o email que te enviei utilizando expressões comuns dos falantes da região de Goiania aqui te deixo um breve dicionário goianês
ALugar - conversa fiada Apiar - descer Arredando - tirar bão demais da conta! muito bom buzú - autocarro catilanga - mulher feia Custoso(a) - pessoa sapeca -difícil Escomungado - esquisito Espia - olha ferrado - encrencado frevo - multidão Goiano de pé rachado - natural do estao de Goiás Gueroba- espécie de palmito Larga - deixa Maria Izabel - arroz com carne de sol Vazar - ir embora
Gaspare Spontini Opera: Li puntigli delle donne, farsetta per musica in two acts, first performance Carnival 1796, Pallacorda di firenze, Rome. Libretto: ??? Sinfonia Orchestra: Spontini Classi...
Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente, Para uma rua inacessível a todos os pensamentos, Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa, Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres, Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens, Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade. Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, E não tivesse mais irmandade com as coisas Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada De dentro da minha cabeça, E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu. Estou hoje dividido entre a lealdade que devo À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora, E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo. Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada. A aprendizagem que me deram, Desci dela pela janela das traseiras da casa. Fui até ao campo com grandes propósitos. Mas lá encontrei só ervas e árvores, E quando havia gente era igual à outra. Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso tanta coisa! E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos! Gênio? Neste momento Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu, E a história não marcará, quem sabe?, nem um, Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras. Não, não creio em mim. Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas! Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo? Não, nem em mim... Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando? Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas - Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -, E quem sabe se realizáveis, Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente? O mundo é para quem nasce para o conquistar E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão. Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo, Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu. Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda, Ainda que não more nela; Serei sempre o que não nasceu para isso; Serei sempre só o que tinha qualidades; Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta, E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira, E ouviu a voz de Deus num poço tapado. Crer em mim? Não, nem em nada. Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo, E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. Escravos cardíacos das estrelas, Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama; Mas acordamos e ele é opaco, Levantamo-nos e ele é alheio, Saímos de casa e ele é a terra inteira, Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. Come, pequena suja, come! Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes! Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho, Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei A caligrafia rápida destes versos, Pórtico partido para o Impossível. Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas, Nobre ao menos no gesto largo com que atiro A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas, E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas, Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva, Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta, Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida, Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua, Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais, Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê - Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire! Meu coração é um balde despejado. Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco A mim mesmo e não encontro nada. Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta. Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam, Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam, Vejo os cães que também existem, E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo, E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri, E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu. Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira, E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses (Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso); Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube E o que podia fazer de mim não o fiz. O dominó que vesti era errado. Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara. Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido. Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. Deitei fora a máscara e dormi no vestiário Como um cão tolerado pela gerência Por ser inofensivo E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis, Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse, E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte, Calcando aos pés a consciência de estar existindo, Como um tapete em que um bêbado tropeça Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta. Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada E com o desconforto da alma mal-entendendo. Ele morrerá e eu morrerei. Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos. A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também. Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta, E a língua em que foram escritos os versos. Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu. Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra, Sempre uma coisa tão inútil como a outra, Sempre o impossível tão estúpido como o real, Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície, Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?) E a realidade plausível cai de repente em cima de mim. Semiergo-me enérgico, convencido, humano, E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos. Sigo o fumo como uma rota própria, E gozo, num momento sensitivo e competente, A libertação de todas as especulações E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira E continuo fumando. Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira Talvez fosse feliz.) Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela. O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?). Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica. (O Dono da Tabacaria chegou à porta.) Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me. Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.
Avec le temps va tout s'en va
On oublie le visage et l'on oublie la voix
Le coeur quand ça bat plus s'est pas la peine d'aller
Chercher plus loin faut laisser faire et c'est très bien
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
L'autre qu'on adorait qu'on cherchait sous la pluie
L'autre qu'on devinait au détour d'un regard
Entre les mots entre les lignes et sous le fard
D'un serment maquillé qui s'en va faire sa nuit
Avec le temps tout s'évanouit
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
Même les plus chouettes souvenirs ça t'as une de ces gueules
A la Galerie Farfouille dans les rayons de la mort
Le samedi soir quand la tendresse s'en va toute seule
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
L'autre à qui l'on croyait pour un rhume pour un rien
L'autre à qui l'on donnait du vent et des bijoux
Pour qui l'on eût vendu son âme pour quelques sous
Devant quoi l'on se traînait comme traînent les chiens
Avec le temps va tout va bien
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
On oublie les passions et l'on oublie les voix
Qui vous disaient tout bas les mots des pauvres gens
Ne rentre pas trop tard surtout ne prends pas froid
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
Et l'on se sent blanchi comme un cheval fourbu
Et l'on se sent glacé dans un lit de hasard
Et l'on se sent tout seul peut-être mais peinard
Et l'on se sent floué par les années perdues
Si vous la rencontrez, bizarrement parée, Se faufilant, au coin d'une rue égarée, Et la tête et l'oeil bas comme un pigeon blessé, Traînant dans les ruisseaux un talon déchaussé, Messieurs, ne crachez pas de jurons ni d'ordure Au visage fardé de cette pauvre impure Que déesse Famine a par un soir d'hiver, Contrainte à relever ses jupons en plein air. Cette bohème-là, c'est mon tout, ma richesse, Ma perle, mon bijou, ma reine, ma duchesse.
Letra:
La femme qui est dans mon lit N'a plus 20 ans depuis longtemps Les yeux cernés Par les années Par les amours Au jour le jour La bouche usée Par les baisers Trop souvent, mais Trop mal donnés Le teint blafard Malgré le fard Plus pâle qu'une Tâche de lune
La femme qui est dans mon lit N'a plus 20 ans depuis longtemps Les seins si lourds De trop d'amour Ne portent pas Le nom d'appas Le corps lassé Trop caressé Trop souvent, mais Trop mal aimé Le dos vouté Semble porter Des souvenirs Qu'elle a dû fuir
La femme qui est dans mon lit N'a plus 20 ans depuis longtemps Ne riez pas N'y touchez pas Gardez vos larmes Et vos sarcasmes Lorsque la nuit Nous réunit Son corps, ses mains S'offrent aux miens Et c'est son cœur Couvert de pleurs Et de blessures Qui me rassure.
Pour avoir si souvent dormi avec ma solitude, Je m'en suis fait presque une amie, une douce habitude. Elle ne me quitte pas d'un pas, fidèle comme une ombre. Elle m'a suivi ça et là, aux quatres coins du monde.
Non, je ne suis jamais seul avec ma solitude.
Quand elle est au creux de mon lit, elle prend toute la place, Et nous passons de longues nuits, tous les deux face à face. Je ne sais vraiment pas jusqu'où ira cette complice, Faudra-t-il que j'y prenne goût ou que je réagisse?
Non, je ne suis jamais seul avec ma solitude.
Par elle, j'ai autant appris que j'ai versé de larmes. Si parfois je la répudie, jamais elle ne désarme. Et, si je préfère l'amour d'une autre courtisane, Elle sera à mon dernier jour, ma dernière compagne.
Non, je ne suis jamais seul avec ma solitude. Non, je ne suis jamais seul avec ma solitude.
Ma liberté Longtemps je t'ai gardée Comme une perle rare Ma liberté C'est toi qui m'as aidé A larguer les amarres Pour aller n'importe où Pour aller jusqu'au bout Des chemins de fortune Pour cueillir en rêvant Une rose des vents Sur un rayon de lune
Ma liberté Devant tes volontés Mon âme était soumise Ma liberté Je t'avais tout donné Ma dernière chemise Et combien j'ai souffert Pour pouvoir satisfaire Toutes tes exigences (ou: Tes moindres exigences) J'ai changé de pays J'ai perdu mes amis Pour gagner ta confiance
Ma liberté Tu as su désarmer Toutes mes habitudes Ma liberté Toi qui m'a fait aimer Même la solitude Toi qui m'as fait sourire Quand je voyais finir Une belle aventure Toi qui m'as protégé Quand j'allais me cacher Pour soigner mes blessures
Ma liberté Pourtant je t'ai quittée Une nuit de décembre J'ai déserté Les chemins écartés Que nous suivions ensemble Lorsque sans me méfier Les pieds et poings liés Je me suis laissé faire Et je t'ai trahi pour Une prison d'amour Et sa belle geôlière
Je voudrais, sans la nommer Vous parler d'elle Comme d'une bien-aimée D'une infidèle Une fille bien vivante Qui se réveille A des lendemains qui chantent Sous le soleil.
{Refrain:} C'est elle que l'on matraque Que l'on poursuit que l'on traque. C'est elle qui se soulève, Qui souffre et se met en grève C'est elle qu'on emprisonne, Qu'on trahit qu'on abandonne, Qui nous donne envie de vivre, Qui donne envie de la suivre Jusqu'au bout, jusqu'au bout.
Je voudrais, sans la nommer, Lui rendre hommage, Jolie fleur du mois de mai Ou fruit sauvage, Une plante bien plantée Sur ses deux jambes Et qui trame en liberté Ou bon lui semble.
{Refrain:} C'est elle que l'on matraque Que l'on poursuit que l'on traque. C'est elle qui se soulève, Qui souffre et se met en grève C'est elle qu'on emprisonne, Qu'on trahit qu'on abandonne, Qui nous donne envie de vivre, Qui donne envie de la suivre Jusqu'au bout, jusqu'au bout.
Je voudrais, sans la nommer, Vous parler d'elle. Bien-aimée ou mal aimée, Elle est fidèleEt si vous voulez Que je vous la présente, On l'appelle Révolution Permanente!
{Refrain:} C'est elle que l'on matraque Que l'on poursuit que l'on traque. C'est elle qui se soulève, Qui souffre et se met en grève C'est elle qu'on emprisonne, Qu'on trahit qu'on abandonne, Qui nous donne envie de vivre, Qui donne envie de la suivre Jusqu'au bout, jusqu'au bout.
20 años de estar juntos, esta tarde se han cumplido, para ti, flores, perfumes. Para mí.......! Algunos libros! No te he dicho grandes cosas porque, porque no me habrían salido. Ya sabes cosas de viejos! Requemor de no haber sido! Hace tiempo que intentamos abonar nuestro destino, tú bajabas la persiana, yo, yo apuraba mi último vino. Hoy, en esta noche fría, casi como ignorando el sabor de soledad compartida, quise hacerte una canción, para cantar despacito, como se duerme a los niños. Y... y ya ves, sólo palabras sobre notas me han salido, que al igual que tú y que yo, ni se importan, ni se estorban, se soportan amistosas, mas, mas no son.....no son una canción. Que helada que está esta casa! Será que está cerca el río! O es que entramos en invierno y están llegando......están llegando los fríos!
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